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Alguns dias atrás, sonhei que alguém sussurrava em meu ouvido: “Por que tu não acreditas completamente? Tu vais embora, eu garanto”. Resolvi ir me familiarizando com a minha situação de partida; pensei um pouco, lamentei, planejei a ida e terminei planejando a volta. Então achei que continuava não acreditando. Ou acreditando em partes.
Ontem, o sussurro surgiu no meio do sonho novamente, mas com outra mensagem: “Que bom. Agora tu acreditas”. A música tocou e eu acordei chorando.
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Cliquei em “novo post” e, depois de 15 minutos, nada saiu. Acho que ainda não é boa hora.
Here he comes, my man – he’s not my guy
he’s just a friend of mine
Brings my blow everytime
a dear friend of mine
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He can only stay for not long
in this circumstance, he’s not so wrong
Inside silence, she don’t feel ashamed
we whisper ‘cos it can’t be proclaimed
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Ah, minha mãe amada
Por que me olhas assim?
Não sou o que queres para ti
Não sou o que queres para mim
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Orgulhava-me de minha insanidade
(Do meu defeito, da minha verdade)
E via em tudo beleza, via em tudo fervor
Até que casei-me com a dor
Dividi com ela minha cama, meus dias, meus olhares
Entreguei-a minha alma e aqui estou
Hoje quero de volta todos meus lençóis e mares
Já não mais quero ser quem sou
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“(…) O alvoroço já estava formado e uma voz vinda do fundo ecoou: fogueira! E, enquanto a idéia se espalhava pela multidão, Lola pensava: não existe feitiçaria para isso; minha estrada termina aqui.”

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Separa-te de mim, mas separa-te aos poucos. Saia da cama devagar à noite, sem fazer alarde, sem puxar o cobertor. Encha-me de beijos na saída e diga que volta, mesmo se não for voltar. Vá, Dor, vá porque é tua hora.
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“Por que estás tão triste assim?”
É por que andei pensando
Sobre o que na vida há de ruim.
Transparece a saudade através dos olhos
(meus olhos cansados, meus olhos amantes!)
pois eles beijam o agora
mas também beijam o antes.
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“Dónde estás… Nici?”
Diz meu pai
Quando Nici sai.
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Oasis em Porto Alegre, 12 de maio.
Não digo mais nada porque posso acabar me exaltando.

