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Odeio atuações.
Adoro o impulso, adoro a espontaniedade. Desde que essas qualidades não provoquem a morte de alguém, eu as chamo de virtudes.
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Tens teus motivos para ir
Dou-te mais motivos para ficar
Se fores, ganhas um adeus
Se ficares, podes amar
Arquivado em: crônicas
Na realidade, tudo isso é um poço sem fundo. Não quero soar pessimista, quero apenas que todos sejamos realistas. Por ora, nossos rituais são sinônimos de risadas, loucuras, idéias de amor. Sentir o irreal, viver no irreal, se teletransportar; se jogar de um abismo e criar asas no meio da queda. É o – nos dias de hoje – tão necessário momento de descanso.
O relaxamento, a despreocupação da qual nós tanto precisamos em meio ao caos no qual vivemos em condições normais. Ok. Mas e amanhã?

Arquivado em: poemas
Meus versos são sempre os mesmos
Sempre sobre ti e o bem que tu me fazes
Mas se meu canto é sempre teu
Por que esse mal agora me trazes?
Se foi para possuir também meu lamento
Minha saudade e meu pranto
Então já sinto o tormento
Conseguiste espalhar teu encanto